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quinta-feira, 5 de março de 2020

Linkunico é a mais recente novidade da interneet brasileira

É comum quem costuma passar horas na Internet acabar tendo que copiar muitos links, e na hora de compartilha-los nem sempre é tão simples. Por isso, vale a pena conhecer #linkunico, uma ferramenta para compartilhar vários links em um só.

Um dos pontos fortes de #linkunico, é seu simples funcionamento, já que só basta adicionar os diferentes links que se deseja incluir na página, tal como na imagem acima.
Outra vantagem dessa ferramenta é não precisar de registro para executar todo o processo. É só, ao completar a lista de links, clicar no botão “Create My Unique Link”. Certamente, quem abrir o link compartilhado, terá acesso aos diferentes links listados. E mais, quem se registrar em Quickwake poderá adicionar Títulos e descrições, enviar imagens, anotações, trocar a ordem dos links a qualquer momento. E não é só isso, já que a lista gerada será totalmente privada.
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No Brasil, foi divulgado pelo webdesigner e empreendedor digital #paulozambroza para que o nome ou apelido de um(a) internauta seja facilmente achado pelas buscas do google!

É ideal para internautas que são profissionais liberais, MEI - Micro empreendedores Individuais, Proprietários de Lojas Virtuais, Blogueiros(as), Digital Influencer, Lojistas, Empresários e todos que querem aparecer nas buscas do google, além de facilitar aos seus atuais e novos contatos que usa ou não usa alguns aplicativos, vamos dar um exemplo:

A Maria quer falar com a proprietária da Loja Virtual Fé-Menina (Andréia) mas o whatsapp dela não responde, através do #linkunico ela terá acesso ao Skype da Andréia, acesso ao e-mail, Houngout e messenger do facebook e todos os demais links da Andréia!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Criação de QR Code Personalizado

Código QR (sigla do inglês Quick Response, resposta rápida em português) é um código de barras bidimensional que pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera. Esse código é convertido em texto (interativo), um endereço URI, um número de telefone, uma localização georreferenciada, um e-mail, um contato ou um SMS.
Inicialmente empregado para catalogar peças na produção de veículos, hoje o QR Code é usado no gerenciamento de inventário e controle de estoque em indústrias e comércio. Desde 2003, foram desenvolvidas aplicações que ajudam usuários a inserir dados em telefone celular (telefone móvel) usando a câmera do aparelho. Os códigos QR são comuns também em revistas e propagandas, para registrar endereços e URLs, bem como informações pessoais detalhadas. Em cartões de visita, por exemplo, o código QR facilita muito a inserção desses dados em agendas de telefones celulares. Programas de captura ou PCs com interface RS-232C podem usar um escâner para capturar as imagens.
O padrão japonês para o código QR, JIS X 0510, foi lançado em janeiro de 1999 e corresponde ao padrão internacional ISO/IEC 18004, tendo sido aprovado em junho de 2000. Segundo o site da Denso-Wave, o "código QR é aberto para uso e sua patente, pela Denso-Wave, não é praticada".

Desde que foi inventado o QR Code tem sido utilizado para as mais variadas funções no entanto, nos últimos anos, a sua utilização tem estado muito associada a acções de marketing e comunicação, fazendo uma ponte de ligação entre a comunicação online e a comunicação offline.

Em Portugal foi desenvolvido,por Fernando de Matos Katro, em 2012, um projecto inovador que resultou de um trabalho de uma agência de comunicação, a MSTF Partners, para o Turismo de Portugal e para a Associação de Valorização do Chiado que consistia na utilização de QR Code em calçada portuguesa com o objectivo de divulgar Lisboa enquanto destino turístico. A ideia foi fazer um QR Code, uma das tecnologias com maior potencial do século XXI, com pedras de calçada portuguesa, uma das mais antigas tradições portuguesas.

"Acabou de ler o primeiro código QR do mundo feito em calçada portuguesa", disponível em português e em inglês, é a mensagem inicial que aparece ao entrar nesta experiência. Num segundo nível de informação foram acrescentadas informações turísticas e comerciais sobre a oferta cultural, gastronómica, hoteleira e de comércio no Chiado.

O sucesso do QR Code em calçada portuguesa foi de tal modo grande que atravessou o Atlântico e foi implementado, em 2013, no calçadão das praias do Rio de Janeiro, o que permite aos turistas ampliar o conhecimento sobre a cidade maravilhosa através de um novo recurso tecnológico. Ao aproximar o smartphone, o utilizador poderá receber informações como a origem do nome da região ou a agenda de actividades turísticas, como os locais ideias para ver o pôr-do-sol no local ou visitar um museu próximo, ou ainda informações culturais, gastronómicas e comerciais.

No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela loja Fast Shop, em dezembro de 2007. Mais tarde, em junho de 2008, a cerveja Nova Schin publicou um anúncio com o código e a Claro fez uma campanha utilizando o código QR em novembro de 2008. A revista Galileu, da editora Globo, também incluiu códigos QR para oferecer ao usuário acesso a informações extras pelo celular. Em novembro de 2008, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, a Volkswagen utilizou o código para uma pequena ação em seu stand.

Ainda no Brasil, precisamente em São Paulo, diante de pesquisas realizadas para atender o Curso de Moda Inclusiva, promovido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, idealizadora do projeto e coordenadora Daniela Auler, a aluna Keka Bego, encontrou uma nova forma de uso para o QR Code, transformou a imagem em etiqueta de roupa e denominou-a " etiqueta falada" , o código foi impresso em todo o seu Projeto Moda Inclusiva, desde a pesquisa de moda escrita, como na descrição dos produtos através das etiquetas nas peças que compôs o look do desfile em 2015, toda descrição em áudio, o objetivo da sua pesquisa, Moda Praia Inovação foi atender pessoas com deficiência visual e oferecer liberdade de escolha e autonomia de compra e uso do produto.

Explorando ainda mais o QR Code na forma da acessibilidade, surgiu a "revista digital falada",idealizada pela aluna e realizada em conjunto com alunos e professores do curso daquela turma, uma ideia pioneira na comunicação inclusiva, derrubando as barreiras da acessibilidade de forma simples, prática e funcional, trabalhando a inclusão em toda sua extensão e quebrando paradigmas da irrelevância que permeia o assunto, extinguindo velhos pressupostos, substituindo por novos formatos. Essa revista serviu de case, foi implantado pela aluma de forma colaborativa seu uso no Livro Moda Inclusiva de 2016, estendendo-se nos anos posteriores o uso da comunicação acessível.

Criamos o QR code de sua oferta, de seu perfil (facebook, instagram, twitter), blog, loja virtual e site. Fale comigo:
Clique aqui https://www.skype.com/pt-br/get-skype/ e baixe o skype - é grátis!




 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Celular se torna principal forma de acesso à internet no Brasil, mostra pesquisa


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Celular se torna principal forma de acesso à internet no Brasil, mostra pesquisa

Pesquisa TIC Domicílios 2017 mostrou que a conexão à internet somente pelo celular se tornou a forma mais comum de navegar na web no Brasil. Divulgado nesta terça-feira (24), o levantamento foi produzido pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.Br), vinculado às Nações Unidas e ao Comitê Gestor da Internet no Brasil. 

Em 2017, segundo a Agência Brasil, 49% dos lares brasileiros dependiam de um celular para acessar a rede mundial de computadores. O índice foi, pela primeira vez, superior aos domicílios que usam tanto dispositivos móveis quanto computadores de mesa (os chamados desktops) para se conectarem. Dos lares pesquisados, 19% acessavam a internet mas não possuíam computador.

A exclusividade da conexão móvel está mais presente nas classes de menor renda. Enquanto na classe A o índice de domicílios com acesso à web e computador é de 98%, nas classes D e E esse índice é de apenas 7%. Entre os usuários deste segmento, 80% dependem de um celular pra navegar. Essa prevalência se manifesta também nas áreas rurais (72%) e no recorte de gênero, estando presente mais entre mulheres (53%) do que entre homens (45%).

O fator socioeconômico foi confirmado pelos entrevistados como barreira. A dificuldade de pagar pelo serviço foi apontada como principal obstáculo à conexão, mencionado por 27% dos entrevistados. Os dados revelam desigualdade no acesso à internet em geral com índice na casa dos 30% nas classes D e E e em 99% na classe A.

Jornal Barreiras 24 Horas: Celular se torna principal forma de acesso à inter...: Foto: Marcos Santos / USP Imagens Pesquisa TIC Domicílios 2017 mostrou que a conexão à internet somente pelo celular se tornou a f...




terça-feira, 5 de novembro de 2019

O Brasil e a internet

Brasil ganha 10 milhões de internautas em 1 ano, aponta IBGE

Idosos representam o grupo que mais aumentou percentualmente entre os novos usuários da web. Celular lidera como principal meio de conexão à rede e uso de redes sociais é a principal finalidade de acesso.

Em apenas 1 ano, o número de internautas no Brasil cresceu cerca de 10 milhões de pessoas, sendo que os idosos representam a faixa etária com maior crescimento de novos usuários da rede.
É o que aponta um levantamento divulgado nesta quinta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feito no quarto trimestre de 2017. Ele faz parte das coletas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD).
Veja outros destaques do estudo:
  • número de domicílios com acesso à web subiu para 75% contra 69% em 2016;
  • principal finalidade de acesso é enviar mensagens por aplicativos diferentes de e-mail, ou seja, redes sociais;
  • área rural do país foi a que mais registrou expansão no número de domicílios conectados, que chegaram a 41%; nas áreas urbanas subiu para 80%;
  • celular continua sendo o principal dispositivo para usar a internet, responsável por 98% dos acessos;
  • o número de domicílios que acessam a internet pela TV subiu de 11%, em 2016, para 16%; e o número de casas com computador e tablets continua caindo.

Número de internautas

Em 2017, segundo o IBGE, o país tinha 126,4 milhões de usuários de internet, o que representava 69,8% da população com 10 anos ou mais. Um ano antes, os internautas somavam 116,1 milhões, 64,7% da população.
Assim, de 2016 para 2017, o contingente de pessoas conectadas à rede mundial de computadores no Brasil aumentou em quase 9%.
“É um avanço bem expressivo e ocorreu em todos os grupos etários, com mais intensidade entre os idosos”, destacou a analista do IBGE Adriana Beringuy.

Idosos conectados

Dos 10 milhões de novos usuários de internet, 23% tinham 60 anos ou mais. “No mesmo período, a população idosa cresceu em cerca de 1 milhão, enquanto a população de 60 anos ou mais usuária de internet cresceu 2,3 milhões”, destacou a pesquisadora.
Em 2016, o percentual de idosos acessando a internet em relação ao total de internautas era de 24,7%, e saltou para 31,1% em 2017, uma variação de 25,9%. No grupo etário de 10 a 13 anos, a variação nesse período foi de 7,4%, e no de 14 a 17 anos, de 2,9%.
“O uso das tecnologias mais recentes, como é o caso da internet, tem adesão mais rápida entre os jovens. Mas, a rápida evolução das facilidades para o seu uso vem ampliando a sua disseminação entre todos os grupos etários e de ambos os sexos”, enfatizou o IBGE.
Distribuição percentual dos internautas brasileiros por grupo etário
Maioria das pessoas que acessam a internet no Brasil tem entre 25 e 39 anos
10 a 13 anos: 6,8 %14 a 17 anos: 8,9 %18 ou 19 anos: 4,8 %20 a 24 anos: 11,2 %25 a 29 anos: 10,5 %30 a 34 anos: 10,7 %35 a 39 anos: 10,7 %40 a 44 anos: 9,2 %45 a 49 anos: 7,6 %50 a 54 anos: 6,8 %55 a 59 anos: 5,1 %60 anos ou mais: 7,7 %
55 a 59 anos
5,1 %
Fonte: IBGE

Domicílios com acesso à internet

O número de domicílios com acesso à rede mundial de computadores também cresceu na passagem de 2016 para 2017. No primeiro ano da pesquisa, 69,3% dos lares brasileiros tinham equipamento conectado à internet, percentual que saltou para 74,9% em um ano.
De acordo com o IBGE, a área rural do país foi a que mais registrou expansão no número de domicílios conectados à rede – saltou de 33,6% para 41%, enquanto na área urbana foi de 75% para 80,1%.
“O mesmo tipo de evolução foi observado em todas as Grandes Regiões do país”, destacou o instituto.

Celular lidera

Em 2015, outro levantamento do IBGE mostrou que o celular se consolidou no Brasil como o principal meio de acesso à internet. Naquele ano, em 92,1% dos casos, o smartphone era usado para conexão à rede. Esse percentual aumentou para 97,2% em 2016, chegando a 98,7% no final de 2017.
Também vem crescendo o acesso à rede por meio de aparelhos de TV. Em 2016, 11,7% dos domicílios tinham a televisão como meio de conexão. No ano seguinte, esse percentual subiu para 16,1%.
Em contrapartida, microcomputador (incluindo desktops e notebooks) e tabletes têm caído cada vez mais em desuso. O percentual de domicílios com uso de PCs caiu de 57,8% em 2016 para 52,3% em 2017. Já o de tablets caiu de 17,8% para 15,5% no mesmo período.

Foco em rede social

A pesquisa do IBGE mostrou que a principal finalidade de acesso à internet no Brasil é enviar mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail. Ou seja, o principal objetivo de quem se conecta à rede é o uso das redes sociais como FacebookInstagram e Whatsapp.
Em seguida, a outra principal finalidade é a realização de chamadas de voz ou vídeo. Assistir a vídeos, incluindo programas de TV, séries e filmes aparece em terceiro lugar. Troca de e-mails aparece na quarta posição.
Regionalmente, a finalidade de acesso à rede é semelhante para o uso das redes sociais em todas as cinco regiões do país – varia entre 95,2% dos usuários no Sul do país e 95,8% no Centro-Oeste. Já para as outras três finalidades, há pequenas variações entre as regiões. A principal delas é em relação às trocas de e-mail. No Nordeste, 55,4% dos usuários usam o correio eletrônico, percentual que chega a 70,9% no Sul.

21 milhões não sabem acessar a internet

O levantamento feito pelo IBGE mostrou, ainda, que 54,7 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais não se conectam à rede mundial de computadores. Constatou-se que 75,2% destas pessoas não sabem ou não têm interesse em acessar a internet.
Deste contingente de pessoas que não são internautas, os que disseram não saber acessar a rede representavam 38,5%, o que equivale a 21 milhões de pessoas.
Pesquisa do IBGE mostra os principais motivos pelos quais os brasileiros não acessam a internet — Foto: Juliane Monteiro/G1Pesquisa do IBGE mostra os principais motivos pelos quais os brasileiros não acessam a internet — Foto: Juliane Monteiro/G1
Pesquisa do IBGE mostra os principais motivos pelos quais os brasileiros não acessam a internet — Foto: Juliane Monteiro/G1
Conforme pontuou a pesquisadora do Instituto, Adriana Beringuy, a questão financeira não é o maior impedimento para o uso da internet no Brasil. Dentre os que não acessam a rede, 13,7% justificaram ser caro o serviço. Outros 4,5% disseram considerar caro o equipamento necessário para navegar.
"Existe ainda um percentual importante da população que não sabe utilizar a tecnologia", destacou a pesquisadora.
Essa condição é maior na urbana que na rural. Na primeira, 39,7% dos que disseram não acessar a rede responderam que não sabem como fazê-lo, contra 29,3% dos não internautas que residem em áreas rurais. A maior diferença entre os dois tipos de área é a disponibilidade do serviço - 12,9% na rural contra 1,7% da urbana.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Como derrubar seu concorrente no facebook

Estratégias para encarar os concorrentes que incomodam no facebook


Você abriu sua loja, fez o planejamento, contratou funcionários e está pronto para fazer uma gestão eficiente. Tem tudo para dar certo. Mas aí, do outro lado da rua, é inaugurada uma loja no mesmo segmento da sua. “Normal”, você pensa, “todo mercado tem seus concorrentes”, e você tem toda a razão.
 
O problema é que, se você vende por 10 reais, o rival vende por 8 reais. Aí, você abaixa para 7 reais e ele muda para 5 reais assim que descobre. Neste exato momento, você está com a caneta na mão (ou a seta no mouse) para colocar 4,90 reais... 

Acontece que, no calor da “batalha”, você acabou esquecendo sua margem de lucro. Por mais que seu concorrente continue baixando, você precisa tomar uma decisão: ou continua baixando o preço do mesmo produto ou para de guerrear. E fica difícil entender como o concorrente vende tão barato e ainda consegue manter a loja aberta. 

Essa situação não é rara, ainda mais se você a levar para o mundo virtual, onde o número de concorrentes é ainda maior. Monitorar os rivais causa ansiedade e preocupação constantes, além de dar um trabalhão danado.  

De acordo com Ricardo Ramos, sócio da Precifica, especialista em monitoramento de preços online, o empreendedor precisa ter calma na hora de decidir qual é o preço do seu produto. “Existem vários jeitos de combater a concorrência, além de baixar o preço. Às vezes, vender muito significa vender errado”, disse.

Como o meu concorrente chega a este preço?

Você já deve ter se perguntado isso quando viu seu concorrente baixando preços sem parar. E essa pergunta tem várias respostas.

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A primeira é a habilidade dele como empreendedor. Se o seu concorrente for muito bom, talvez ele tenha conseguido encontrar maneiras de baratear o custo do produto e ter uma boa margem de lucro, mesmo vendendo mais barato. E isso pode acontecer porque ele encontrou algum fornecedor que vende por preço menor ou por ter comprado um volume maior (ou muito mais coisas) do mesmo fornecedor.  

A outra possibilidade é ele estar realmente sacrificando o lucro. Aí, das duas, uma: ele pode estar investindo em uma estratégia agressiva para ganhar mercado ou pode ser alguém que simplesmente quer sempre ganhar no preço sem pensar nas consequências (um erro de amador, aliás). Aí, você pode ficar com a impressão de que a conta não fecha porque ela não fecha mesmo – ele simplesmente não está fazendo o cálculo. 



Pode ser que o concorrente não esteja considerando como despesas da loja virtual a eletricidade e a conexão com a internet ou a folha de pagamento e, por isso, ele acha que o preço de venda está pagando as despesas. 

Neste caso, a recomendação dos consultores do Impulso é: dê corda para ele se enforcar. “Uma hora esse cara vai quebrar. E, se você não tomar cuidado e ficar baixando seus preços para acompanhar, você vai junto”, alerta Ramos.   

Agora que você já sabe que simplesmente baixar o preço a torto e a direito nunca é a melhor opção, confira algumas táticas eficientes e menos arriscadas para encarar a concorrência.

Conheça sua margem

Antes de alterar o preço de qualquer item, você precisa entender quanto ele te oferece de lucro. O fundamental, aqui, é colocar todos os custos na ponta do lápis.

Talvez você ache que o seu preço está te dando lucro quando, na verdade, você está perdendo dinheiro. Por isso é fundamental colocar na ponta do lápis todos os gastos sobre o produto e descobrir qual é a margem de contribuição de cada item vendido. Só assim você consegue mexer nos seus preços com segurança. Não se esqueça de que a Curva ABC é um método prático para definir quais são os produtos estratégicos e pode ajudar nesse processo. 
 
Quer saber como calcular a margem dos produtos? O tema foi discutido no capítulo de Planejamento e Diagnóstico do Impulso Digital, e você pode fazer o download e assistir a um tutorial para aprender a fazê-la. “Antes de observar a concorrência para tomar decisões, você precisa saber qual é o seu preço mínimo para ter margem”, decreta Ricardo.

Potencialize o mix de produtos

Imagine que você tem uma loja de música. Talvez você tenha um preço imbatível em guitarras, por exemplo. Mas será que isso resolve os problemas do cliente? Por essa razão, é importante pensar no mix de produtos. Na sua loja de música, se você conseguir bons preços nos amplificadores, cabos, correias, cases etc., isso pode ser o argumento final para o cliente parar de pesquisar e comprar tudo na sua loja (começando pela guitarra).

 
Pesquise e negocie

Se o concorrente está cobrando menos porque compra mais barato, então você precisa melhorar sua relação com seu fornecedor. Procurar outros fornecedores e saber negociar valores com eles é uma habilidade essencial para qualquer empreendedor. Aproveite para ver este post cheio de dicas para melhorar suas habilidades de negociação com os fornecedores. Sendo criativo, você pode conseguir preços melhores não só na compra da mercadoria, mas na hora de conseguir um frete mais barato e embalagem adequada.


Faça uma matriz SWOT

Lembra dela? Já vimos como fazer uma matriz SWOT aqui, mas vamos relembrar. Ela é um esquema em que o empreendedor identifica os pontos fortes e fracos da empresa e também as oportunidades e ameaças do mercado. Descobrir esses aspectos significa pesquisar a fundo seu negócio e a área na qual você está atuando. 

Concorrentes, naturalmente, entram como ameaças, mas uma das características da análise da matriz SWOT é não apenas diagnosticar os fatores, mas também ficar esperto com os pontos fracos e olhar as ameaças para tentar transformá-las em oportunidades.

Como você pode fazer isso com seu concorrente? Primeiro estude bem as características dele para discriminar na sua matriz. Encontre os pontos fracos dele e busque reforçar essas características na sua própria empresa. Uma ameaça pode ser o que faltava para desencadear melhorias, já que vai fazer você correr atrás para melhorar sua loja.

Preze pela qualidade
 

Há momentos em que reduzir o preço também significa diminuir a qualidade do que você vende. Aí é necessário considerar se vale a pena entrar nessa briga. Afinal, faz sentido cobrar mais por um produto que tenha uma qualidade maior. Mesmo que existam produtos semelhantes ao seu com valor inferior, os produtos mais duráveis, bonitos e eficientes também vão ter seu público. É importante lembrar que você pode adicionar serviços à venda do seu produto − consultoria ou instalação, por exemplo − para garantir que esse seu preço mais alto envolva uma experiência melhor para o cliente.

  Saiba esperar

É natural, quando outra loja abaixa o preço, a tendência de diminuir também, mas é importante saber quando é possível fazer promoções ou não. Na internet, é muito mais fácil pesquisar por preço, então, você 
precisa ficar esperto para usar promoções nos momentos em que fizerem sentido. Não adianta se desesperar para diminuir o preço junto com o concorrente. Ricardo, da Precifica, explica que uma boa é esperar o estoque do concorrente acabar e, aí sim, organizar e divulgar uma grande promoção.

Se você gostou das dicas, vai curtir ver como o Alcyr Neto, empreendedor escolhido para o Impulso Digital, aprendeu fugir da guerra de preços para evitar perder dinheiro com a concorrência. Fonte: http://ecommerce.uol.com.br/

Outra sacada, é denunciar o perfil do facebook que está com nome de empresa/atividade comercial, inclusive igrejas, associações, perfis com apelidos. O facebook tem um "Termo de Uso" que permite perfis somente para pessoas físicas (tal como sua identidade), e muitos usuários não procuram ler esse termo e facilmente criam perfis com outros nomes e apelidos, os mesmos podem ser deletados e até denunciados pelo concorrente que percebe que ele está descumprindo essa regra, e isso é dá chance para um concorrente denunciá-lo, suas fotos, videos e todo conteudo de seu perfil desaparece da noite para o dia. E o pior, se esse perfil estiver moderando uma página (fanpage) a mesma ficará órfã, (sem moderação)...



Quer saber mais dicas de uso do facebook?

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