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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Criação de QR Code Personalizado

Código QR (sigla do inglês Quick Response, resposta rápida em português) é um código de barras bidimensional que pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera. Esse código é convertido em texto (interativo), um endereço URI, um número de telefone, uma localização georreferenciada, um e-mail, um contato ou um SMS.
Inicialmente empregado para catalogar peças na produção de veículos, hoje o QR Code é usado no gerenciamento de inventário e controle de estoque em indústrias e comércio. Desde 2003, foram desenvolvidas aplicações que ajudam usuários a inserir dados em telefone celular (telefone móvel) usando a câmera do aparelho. Os códigos QR são comuns também em revistas e propagandas, para registrar endereços e URLs, bem como informações pessoais detalhadas. Em cartões de visita, por exemplo, o código QR facilita muito a inserção desses dados em agendas de telefones celulares. Programas de captura ou PCs com interface RS-232C podem usar um escâner para capturar as imagens.
O padrão japonês para o código QR, JIS X 0510, foi lançado em janeiro de 1999 e corresponde ao padrão internacional ISO/IEC 18004, tendo sido aprovado em junho de 2000. Segundo o site da Denso-Wave, o "código QR é aberto para uso e sua patente, pela Denso-Wave, não é praticada".

Desde que foi inventado o QR Code tem sido utilizado para as mais variadas funções no entanto, nos últimos anos, a sua utilização tem estado muito associada a acções de marketing e comunicação, fazendo uma ponte de ligação entre a comunicação online e a comunicação offline.

Em Portugal foi desenvolvido,por Fernando de Matos Katro, em 2012, um projecto inovador que resultou de um trabalho de uma agência de comunicação, a MSTF Partners, para o Turismo de Portugal e para a Associação de Valorização do Chiado que consistia na utilização de QR Code em calçada portuguesa com o objectivo de divulgar Lisboa enquanto destino turístico. A ideia foi fazer um QR Code, uma das tecnologias com maior potencial do século XXI, com pedras de calçada portuguesa, uma das mais antigas tradições portuguesas.

"Acabou de ler o primeiro código QR do mundo feito em calçada portuguesa", disponível em português e em inglês, é a mensagem inicial que aparece ao entrar nesta experiência. Num segundo nível de informação foram acrescentadas informações turísticas e comerciais sobre a oferta cultural, gastronómica, hoteleira e de comércio no Chiado.

O sucesso do QR Code em calçada portuguesa foi de tal modo grande que atravessou o Atlântico e foi implementado, em 2013, no calçadão das praias do Rio de Janeiro, o que permite aos turistas ampliar o conhecimento sobre a cidade maravilhosa através de um novo recurso tecnológico. Ao aproximar o smartphone, o utilizador poderá receber informações como a origem do nome da região ou a agenda de actividades turísticas, como os locais ideias para ver o pôr-do-sol no local ou visitar um museu próximo, ou ainda informações culturais, gastronómicas e comerciais.

No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela loja Fast Shop, em dezembro de 2007. Mais tarde, em junho de 2008, a cerveja Nova Schin publicou um anúncio com o código e a Claro fez uma campanha utilizando o código QR em novembro de 2008. A revista Galileu, da editora Globo, também incluiu códigos QR para oferecer ao usuário acesso a informações extras pelo celular. Em novembro de 2008, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, a Volkswagen utilizou o código para uma pequena ação em seu stand.

Ainda no Brasil, precisamente em São Paulo, diante de pesquisas realizadas para atender o Curso de Moda Inclusiva, promovido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, idealizadora do projeto e coordenadora Daniela Auler, a aluna Keka Bego, encontrou uma nova forma de uso para o QR Code, transformou a imagem em etiqueta de roupa e denominou-a " etiqueta falada" , o código foi impresso em todo o seu Projeto Moda Inclusiva, desde a pesquisa de moda escrita, como na descrição dos produtos através das etiquetas nas peças que compôs o look do desfile em 2015, toda descrição em áudio, o objetivo da sua pesquisa, Moda Praia Inovação foi atender pessoas com deficiência visual e oferecer liberdade de escolha e autonomia de compra e uso do produto.

Explorando ainda mais o QR Code na forma da acessibilidade, surgiu a "revista digital falada",idealizada pela aluna e realizada em conjunto com alunos e professores do curso daquela turma, uma ideia pioneira na comunicação inclusiva, derrubando as barreiras da acessibilidade de forma simples, prática e funcional, trabalhando a inclusão em toda sua extensão e quebrando paradigmas da irrelevância que permeia o assunto, extinguindo velhos pressupostos, substituindo por novos formatos. Essa revista serviu de case, foi implantado pela aluma de forma colaborativa seu uso no Livro Moda Inclusiva de 2016, estendendo-se nos anos posteriores o uso da comunicação acessível.

Criamos o QR code de sua oferta, de seu perfil (facebook, instagram, twitter), blog, loja virtual e site. Fale comigo:
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terça-feira, 5 de novembro de 2019

O Brasil e a internet

Brasil ganha 10 milhões de internautas em 1 ano, aponta IBGE

Idosos representam o grupo que mais aumentou percentualmente entre os novos usuários da web. Celular lidera como principal meio de conexão à rede e uso de redes sociais é a principal finalidade de acesso.

Em apenas 1 ano, o número de internautas no Brasil cresceu cerca de 10 milhões de pessoas, sendo que os idosos representam a faixa etária com maior crescimento de novos usuários da rede.
É o que aponta um levantamento divulgado nesta quinta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feito no quarto trimestre de 2017. Ele faz parte das coletas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD).
Veja outros destaques do estudo:
  • número de domicílios com acesso à web subiu para 75% contra 69% em 2016;
  • principal finalidade de acesso é enviar mensagens por aplicativos diferentes de e-mail, ou seja, redes sociais;
  • área rural do país foi a que mais registrou expansão no número de domicílios conectados, que chegaram a 41%; nas áreas urbanas subiu para 80%;
  • celular continua sendo o principal dispositivo para usar a internet, responsável por 98% dos acessos;
  • o número de domicílios que acessam a internet pela TV subiu de 11%, em 2016, para 16%; e o número de casas com computador e tablets continua caindo.

Número de internautas

Em 2017, segundo o IBGE, o país tinha 126,4 milhões de usuários de internet, o que representava 69,8% da população com 10 anos ou mais. Um ano antes, os internautas somavam 116,1 milhões, 64,7% da população.
Assim, de 2016 para 2017, o contingente de pessoas conectadas à rede mundial de computadores no Brasil aumentou em quase 9%.
“É um avanço bem expressivo e ocorreu em todos os grupos etários, com mais intensidade entre os idosos”, destacou a analista do IBGE Adriana Beringuy.

Idosos conectados

Dos 10 milhões de novos usuários de internet, 23% tinham 60 anos ou mais. “No mesmo período, a população idosa cresceu em cerca de 1 milhão, enquanto a população de 60 anos ou mais usuária de internet cresceu 2,3 milhões”, destacou a pesquisadora.
Em 2016, o percentual de idosos acessando a internet em relação ao total de internautas era de 24,7%, e saltou para 31,1% em 2017, uma variação de 25,9%. No grupo etário de 10 a 13 anos, a variação nesse período foi de 7,4%, e no de 14 a 17 anos, de 2,9%.
“O uso das tecnologias mais recentes, como é o caso da internet, tem adesão mais rápida entre os jovens. Mas, a rápida evolução das facilidades para o seu uso vem ampliando a sua disseminação entre todos os grupos etários e de ambos os sexos”, enfatizou o IBGE.
Distribuição percentual dos internautas brasileiros por grupo etário
Maioria das pessoas que acessam a internet no Brasil tem entre 25 e 39 anos
10 a 13 anos: 6,8 %14 a 17 anos: 8,9 %18 ou 19 anos: 4,8 %20 a 24 anos: 11,2 %25 a 29 anos: 10,5 %30 a 34 anos: 10,7 %35 a 39 anos: 10,7 %40 a 44 anos: 9,2 %45 a 49 anos: 7,6 %50 a 54 anos: 6,8 %55 a 59 anos: 5,1 %60 anos ou mais: 7,7 %
55 a 59 anos
5,1 %
Fonte: IBGE

Domicílios com acesso à internet

O número de domicílios com acesso à rede mundial de computadores também cresceu na passagem de 2016 para 2017. No primeiro ano da pesquisa, 69,3% dos lares brasileiros tinham equipamento conectado à internet, percentual que saltou para 74,9% em um ano.
De acordo com o IBGE, a área rural do país foi a que mais registrou expansão no número de domicílios conectados à rede – saltou de 33,6% para 41%, enquanto na área urbana foi de 75% para 80,1%.
“O mesmo tipo de evolução foi observado em todas as Grandes Regiões do país”, destacou o instituto.

Celular lidera

Em 2015, outro levantamento do IBGE mostrou que o celular se consolidou no Brasil como o principal meio de acesso à internet. Naquele ano, em 92,1% dos casos, o smartphone era usado para conexão à rede. Esse percentual aumentou para 97,2% em 2016, chegando a 98,7% no final de 2017.
Também vem crescendo o acesso à rede por meio de aparelhos de TV. Em 2016, 11,7% dos domicílios tinham a televisão como meio de conexão. No ano seguinte, esse percentual subiu para 16,1%.
Em contrapartida, microcomputador (incluindo desktops e notebooks) e tabletes têm caído cada vez mais em desuso. O percentual de domicílios com uso de PCs caiu de 57,8% em 2016 para 52,3% em 2017. Já o de tablets caiu de 17,8% para 15,5% no mesmo período.

Foco em rede social

A pesquisa do IBGE mostrou que a principal finalidade de acesso à internet no Brasil é enviar mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail. Ou seja, o principal objetivo de quem se conecta à rede é o uso das redes sociais como FacebookInstagram e Whatsapp.
Em seguida, a outra principal finalidade é a realização de chamadas de voz ou vídeo. Assistir a vídeos, incluindo programas de TV, séries e filmes aparece em terceiro lugar. Troca de e-mails aparece na quarta posição.
Regionalmente, a finalidade de acesso à rede é semelhante para o uso das redes sociais em todas as cinco regiões do país – varia entre 95,2% dos usuários no Sul do país e 95,8% no Centro-Oeste. Já para as outras três finalidades, há pequenas variações entre as regiões. A principal delas é em relação às trocas de e-mail. No Nordeste, 55,4% dos usuários usam o correio eletrônico, percentual que chega a 70,9% no Sul.

21 milhões não sabem acessar a internet

O levantamento feito pelo IBGE mostrou, ainda, que 54,7 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais não se conectam à rede mundial de computadores. Constatou-se que 75,2% destas pessoas não sabem ou não têm interesse em acessar a internet.
Deste contingente de pessoas que não são internautas, os que disseram não saber acessar a rede representavam 38,5%, o que equivale a 21 milhões de pessoas.
Pesquisa do IBGE mostra os principais motivos pelos quais os brasileiros não acessam a internet — Foto: Juliane Monteiro/G1Pesquisa do IBGE mostra os principais motivos pelos quais os brasileiros não acessam a internet — Foto: Juliane Monteiro/G1
Pesquisa do IBGE mostra os principais motivos pelos quais os brasileiros não acessam a internet — Foto: Juliane Monteiro/G1
Conforme pontuou a pesquisadora do Instituto, Adriana Beringuy, a questão financeira não é o maior impedimento para o uso da internet no Brasil. Dentre os que não acessam a rede, 13,7% justificaram ser caro o serviço. Outros 4,5% disseram considerar caro o equipamento necessário para navegar.
"Existe ainda um percentual importante da população que não sabe utilizar a tecnologia", destacou a pesquisadora.
Essa condição é maior na urbana que na rural. Na primeira, 39,7% dos que disseram não acessar a rede responderam que não sabem como fazê-lo, contra 29,3% dos não internautas que residem em áreas rurais. A maior diferença entre os dois tipos de área é a disponibilidade do serviço - 12,9% na rural contra 1,7% da urbana.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Blog ou site?

Muitas empresas vêm utilizando blogs como ferramentas de divulgação e contato com clientes. Tanto é assim que já existe a profissão de blogueiro, ou seja, profissionais são contratados pelas empresas com o cargo de blogueiro para a realização de blogs internos ou externos para registrar as diversas atividades corporativas respectivamente para públicos internos (colaboradores) de forma mais privativa e externos como clientes e fornecedores. A empresa líder em blogs pelo mundo é a Microsoft com um total de 4500 blogs.

Um blog ou blogue (contração do termo inglês web log, "diário da rede") é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou posts. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.

Muitos blogs fornecem comentários ou notícias sobre um assunto em particular; outros funcionam mais como diários online. Um blog típico combina texto, imagens e links para outros blogs, páginas da Web e mídias relacionadas a seu tema. A capacidade de leitores deixarem comentários de forma a interagir com o autor e outros leitores é uma parte importante de muitos blogs.

Alguns sistemas de criação e edição de blogs são muito atrativos pelas facilidades que oferecem, disponibilizando ferramentas próprias que dispensam o conhecimento de HTML. A maioria dos blogs são primariamente textuais, embora uma parte seja focada em temas exclusivos como arte, fotografia, vídeos, música ou áudio, formando uma ampla rede de mídias sociais. Outro formato é o microblogging, que consiste em blogs com textos curtos.

Em dezembro de 2007, o motor de busca de blogs Technorati rastreou a existência de mais de 112 milhões de blogs. Com o advento do videoblog, a palavra blog assumiu um significado ainda mais amplo, implicando qualquer tipo de mídia onde um indivíduo expresse sua opinião ou simplesmente discorra sobre um assunto qualquer.

De acordo com pesquisadores da história da internet, o 1º blog surgiu em 1997, feito por Jorn Barger*. Ele foi o pioneiro ao criar um sistema onde uma pessoa poderia escrever tudo o que quisesse, com frequência e contendo espaço para comentários. Para esse sistema, deu o nome de Weblog. É claro que, como sempre, o termo oficial não “pegou” e as pessoas pronunciavam de formas variadas, até que um homem, Peter Merholz, achou interessante partir em duas palavras “we-blog” (nós “blogamos”) que logo foram encurtadas para uma só – BLOG.

A moda de fazer Blogs só começou mesmo em meados de 1999 e tratavam de assuntos variados. A maioria dos blogueiros criavam seus Blogs para servirem como “diários virtuais”. Outros criavam temas como humor, política, tecnologia e até portfólios profissionais.


A disseminação dos Blogs veio através de uma empresa que desenvolveu um sistema de publicação automática e mais simples de Blogs – a Blogger. Foi quando o Blog deixou de ser algo de conhecimento apenas de especialistas em internet para poder ser criado até por uma criança de 10 anos.


Em 2004, surgiu uma novidade no mundo dos Blogs, o feed, que nada mais é que uma ferramenta que lhe dá a oportunidade de “assinar” um blog, assim como se faz uma assinatura de revista ou jornal. Você se cadastra e passa a receber por e-mail as novidades escritas (postadas) no Blog.

Os Blogs rapidamente se tornaram um dos sistemas mais utilizados da internet. Em 1999 o número de blogs não passava de 50, já no ano de 2001 eram contabilizados milhares de blogs e em 2003 eles atingiram a assombrosa média de 3 milhões de blogs.
Atualmente muitas empresas se interessam por Blogs. Seja criando um para divulgar seus produtos, seja fazendo uma varredura nos Blogs alheios para saber as vontades e preferências de seus futuros consumidores para que assim possam desenvolver produtos cada vez mais ajustados.

Qual a diferença entre um blog e um site? 

Uma dúvida muito comum para maioria das pessoas é "Qual a diferença entre um blog e um site?"
Tecnicamente, os dois são similares, pois são compostos de páginas HTML e são acessados através de um endereço de internet.

O que diferencia um blog de um site é a maneira pela qual o conteúdo é gerenciado e a interação com o público alvo. Para facilitar o entendimento, vamos fazer algumas analogias: 

O site é como uma apresentação corporativa da empresa, portanto é mais formal do que um blog.

O blog é como um amigo que entende muito sobre um assunto e gosta de compartilhar dicas com seus amigos, portanto é mais informal do que um site e quem gerencia um blog em geral possuem autonomia total para publicar suas opiniões.

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