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sexta-feira, 4 de maio de 2018

A importancia de um site nos dias de hoje!

Você já deve ter ouvido a máxima de que é preciso ir onde seu cliente está, certo? E, hoje, seu cliente provavelmente está nas redes sociais!
Conforme dados recentes, já são mais de 100 milhões de brasileiros nas redes sociais. Se essa grande audiência em potencial não é motivo suficiente para sua empresa também participar desse movimento, confira outras razões, a seguir!

Motivos para sua empresa estar nas redes sociais em números

  • O Brasil é o país que mais utiliza redes sociais na América Latina. Gasta-se mais de 650 horas por mês em redes sociais.
  • Até 2020, a previsão é que haja 313,6 milhões usuários de redes sociais na América Latina.
  • Um estudo demonstrou que 60% das pessoas sentem-se mais motivadas a saberem mais e consumirem produtos após lerem conteúdos relevantes sobre eles, por exemplo, nas redes sociais.
  • 95% dos participantes de uma pesquisa afirmaram que preferem comprar de marcas que fornecem conteúdo durante seu processo de compras.

Planejamento de sua presença nas redes sociais

Vimos que é importante sua marca estar nas redes sociais. Mas é preciso planejar essa presença.
O planejamento de suas redes sociais impacta totalmente a forma como o conteúdo de sua empresa é distribuído. Apesar disso, um erro comum de toda empresa que inicia estratégias de conteúdo digital é tentar utilizar todos os canais gratuitos disponíveis.
Para ajudá-lo nesta etapa, saiba mais sobre a importância das diferentes mídias sociais, porque e como sua empresa pode explorar cada uma delas.

Características das redes sociais em sua estratégia de conteúdo

A razão principal para estar nas redes sociais é utilizá-las como fontes estratégicas para alcançar os objetivos de sua empresa. Dentre esses objetivos, a definição de redes sociais a serem utilizadas pode influir em seus resultados. Por isso, é importante conhecer a fundo como cada uma delas funciona e o que podem oferecer.
As redes sociais de sua empresa, dependendo da estratégia seguida, podem trabalhar, por exemplo, apenas com distribuição de conteúdo. No entanto, mesmo nesse caso, é preciso saber se elas atendem ao público e perfil que sua marca pretende atingir.
Conheça, a seguir, as redes sociais mais utilizadas pelas empresas e algumas de suas maiores vantagens:

Facebook

A maior entre as redes sociais. Somente no Brasil, o Facebook conta com 62 milhões de acessos diários. A abrangência do Facebook é tamanha que, independentemente da abordagem de sua empresa, sua presença na rede social acaba sendo positiva.
O conteúdo do Facebook é visualizado de forma dinâmica. Isso significa que cada usuário tem uma experiência personalizada. Os algoritmos do Facebook buscam priorizar quais são os conteúdos mais relevantes para aquela pessoa, com base em dados de navegação.
É preciso ter em mente que, ao estar presente no Facebook, a empresa deve ser relevante para seu público. Um excesso de postagens ou simplesmente compartilhamentos de links e publicações de outras páginas não bastam. Adequando-se à linguagem de seu público, o perfil de Facebook da sua empresa pode ser um sucesso em sua estratégia de conteúdo!

Instagram

Exclusiva de dispositivos móveis, o Instagram tem o Brasil como seu segundo maior público de usuários cadastrados. Sendo uma empresa Facebook, o Instagram permite a integração de suas redes sociais. Isso significa que suas campanhas de mídia paga, por exemplo, podem utilizar os mesmos parâmetros de segmentação, caso isso faça sentido.
A vantagem do Instagram é, obviamente, o fato de ser uma rede social visual. Por conta dessa natureza, conteúdos com base em geolocalização ou focados em contar uma história ganham um destaque maior. Segmentos como moda e turismo, por exemplo, também se encaixam na proposta. Obviamente, isso não impede que você seja criativo com o seu público que utiliza o app!

LinkedIn

Dentre as redes sociais, o LinkedIn é a que mais se destaca no segmento corporativo. Por isso, estratégias que envolvam o RH explorar o canal para recrutamento e troca de experiência profissional podem ser uma boa ideia.
Além disso, o LinkedIn é um ótimo espaço para ter informações e insights proveitosos sobre o seu mercado de atuação. Utilizar o espaço para comunicar-se com profissionais qualificados é uma boa receita pra alcançar o sucesso.

Twitter

Imediato e palco no qual todos se reúnem para comentar os maiores eventos do entretenimento, política e demais assuntos do momento.
Sua empresa pode se aproveitar do tráfego para encontrar possíveis clientes. O canal pode ser utilizado, por exemplo, como uma distribuição de conteúdos assim que eles forem publicados. Ou ainda, ser um canal de relacionamento direto com o cliente. A rápida interação da rede permite que o Twitter seja uma alternativa para uma interação mais ágil e direta com o cliente.

Considerações finais

Estratégias diferenciadas fazem com que sua comunicação se destaque de acordo com as redes sociais selecionadas. Considere investir na automatização de agendamentos e determinados posts. Dessa forma, você e sua equipe poderão investir criativamente em sua gestão de conteúdo inbound efetivo.
Cada uma das redes sociais possui uma linguagem própria. O segredo para sua empresa triunfar é saber falar essa língua, mas conciliando diferentes formatos sem perder a força de seu valor de marca. Fonte: PostPop
 
http://www.sitetisweb.k6.com.br

 
E então, pronto para inserir sua empresa nas redes sociais? Ligue no WhatsApp Business  21 98303-5604 ou deixe sua mensagem nos comentários e até a próxima!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

A invenção e a história da Internet

Sua atividade ou negócio (ainda) está sem um website e excluído da internet?
 
Gostaria de ter um domínio da sua empresa (blog/site, Loja virtual, Página no FaceBook) e ainda vender pela internet?


Gostaria de implantar em sua loja um meio de recebimento de suas vendas contra assaltos? E ainda ganhar uma renda mensal com capital de giro mensal para investir ou melhorar essa sua atividade comercial?


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No Brasil quase metade da população está conectada. Entre os anos 2000 e 2010, a quantidade de internautas brasileiros cresceu 1.418,9% e cerca de metade desses usuários acessam em lanhouses e integram as classes C, D e E.
 

O que é um WEBSITE?
Site significa local. Site, sítio, saite, website, sítio eletrônico é um conjunto de páginas web, isto é, de hipertextos acessíveis geralmente pelo protocolo HTTP na Internet.
 
O conjunto de todos os sites públicos existentes compõe a World Wide Web. As páginas num site são organizadas a partir de um URL básico, ou sítio, onde fica a página principal, e geralmente residem no mesmo diretório de um servidor. As páginas são organizadas dentro do site numa hierarquia observável no URL, embora as híperligações entre elas controlem o modo como o leitor se apercebe da estrutura global, modo esse que pode ter pouco a ver com a estrutura hierárquica dos arquivos do site.

Alguns sites, ou partes de sites, exigem uma subscrição, com o pagamento de uma taxa, por exemplo, mensal, ou então apenas um registo gratuito. Os exemplos incluem sites pornográficos, sites de notícias, sites que fornecem dados do mercado financeiro em tempo real e a Enciclopédia Britânica.
 
Em informática, @ (arroba) é um símbolo tipográfico, abreviação da palavra inglesa at. Significa "em" ou "a", no sentido de endereço ou localização, ou alguma variação em contextos específicos. O significado em português assumiu o "arroba" pelo contexto.
Atualmente, é amplamente usada na informática (entre outros usos) para divulgar um produto ou negócio, bem como sua localização e endereços de correio eletrônico, de forma que o endereço fulano.de.tal@servidor.com do utilizador fulano.de.tal no domínio servidor.com -
 
História da World Wide Web
A World Wide Web, a Rede de alcance mundial em português ("WWW" ou simplesmente "Web") é um meio de comunicação global no qual usuários podem ler e escrever através de computadores conectados à Internet. O termo Web é usado erroneamente como sinónimo da própria Internet, sendo a Web apenas um serviço que utiliza a Internet, assim como as mensagens de e-mail; a História da Internet antecede bastante a da Rede de alcance mundial.
A parte que tem hipertexto da Web tem uma história complicada; notáveis influências e precursores incluem o Memex de Vannevar Bush 1 , a Standard Generalized Markup Language (SGML) da IBM e o Projeto Xanadu de Ted Nelson.
 
O conceito de um sistema de informações global/doméstico é tão antigo quanto en:A Logic Named Joe, uma pequena história de 1946 criada por Murray Leinster. Nela, todas as casas possuíam terminais de computador, chamados logics. Embora fosse um sistema centralizado de forma autônoma a história reflete o sentimento de ubiquidade da informação, que veio com a Web.

O conceito crucial do hipertexto originou-se em projetos da década de 1960, como o projeto Xanadu e o NLS. A ideia revolucionária de Tim foi unir o hipertexto e a Internet. Em seu livro Weaving The Web7 , ele explica que sugeriu repetidamente o casamento das tecnologias para membros de ambas as comunidades de desenvolvedores. Como ninguém implementou sua ideia, ele decidiu implementar o projeto por conta própria. No processo, ele desenvolveu um sistema de identificação global e único de recursos, o Uniform Resource Identifier (URI).
 
Sistemas anteriores se diferenciavam da Web em alguns aspectos. na Web uma hiperligação é unidirecional enquanto trabalhos anteriores somente tratavam ligações bidirecionais. Isso tornou possível criar uma hiperligação sem qualquer ação do autor do documento sendo ligado, reduzindo significativamente a dificuldade em implementar um servidor Web e um navegador. Por outro lado, o sistema unidirecional é responsável por o que atualmente chama-se hiperligação quebrada, isto é, uma hiperligação que aponta para uma página não disponível devido à evolução contínua dos recursos da Internet com o tempo.
 
Diferente de sistemas anteriores como o HyperCard, a World Wide Web não era software proprietário, tornando possível a criação de outros sistemas e extensões sem a preocupação de licenciamento. Em 30 de abril de 1993, a CERN anunciou8 que a World Wide Web seria livre para todos, sem custo. Nos dois meses após o anúncio que o gopher já não era mais livre, produziu-se uma mudança para a Web. Um antigo navegador popular era o ViolaWWW, que era baseado no HyperCard.
 
Considera-se que a grande virada (viragem) da WWW começou com a introdução do Mosaic em 1993, um navegador gráfico desenvolvido por um time (uma equipa) de desenvolvedores (investigadores) universitários. Antes de seu lançamento, os gráficos não eram frequentemente misturados com texto em páginas web.
 
Invenção da World Wide Web
"Em Agosto de 1984 escrevi um artigo ao Chefe do Grupo SW (do CERN) Les Robertson, para descrever um projecto piloto a fim de instalar e avaliar o protocolo TCP/IP em algumas máquinas não Unix do CERN [...] Cerca de 1990 o CERN tinha-se tornado o maior sítio Internet da Europa e isto [...] e do mundo. Um resultado chave de todos estes factos foi que cerca de 1989 a rede internet do CERN estava a tornar-se a media a partir do qual Tim Berners-Lee viria a criar a World Wide Web como um idei verdadeiramente ideal... " - Ben Segal, Short History of Internet Protocols at CERN, April 1995.
 
O desenvolvimento da World Wide Web até 1991 nota 1 começou em 1980 quando o inglês Tim Berners-Lee, um funcionário contratado do CERN - Organização Europeia para a Investigação Nuclear, na Suíça, desenvolveu o ENQUIRE, um projeto usado para reconhecer e armazenar associações de informação. Cada nova página no ENQUIRE deveria estar ligada a uma página existente.
 
Na foto abaixo aparecem Robert Cailliau, Jean-François Abramatic (W3C) e Tim Berners-Lee no décimo aniversário do Consórcio WWW.
Ficheiro:Cailliau Abramatic Berners-Lee 10 years WWW consortium.png
Em 1984, Berners-Lee voltou ao CERN e se deparou com problemas de apresentação de informações: cientistas em volta do mundo precisavam compartilhar dados, utilizando plataformas e logiciários diferentes. Ele redigiu uma proposta em março de 1989 para um grande banco de dados com hiperligações, mas isso gerou pouco interesse.
 
Ele teve um colaborador entusiasmado em Robert Cailliau, que reescreveu a proposta 3 (publicada em Maio de 1990) e conseguiu recursos no próprio CERN. Berners-Lee e Cailliau defenderam sua ideias na Conferência Europeia de Tecnologia de Hypertexto em setembro 1990, mas não acharam investidores interessados na perspectiva de unir o hipertexto com a Internet.
 
No natal de 1990, Berners-Lee tinha construído as ferramentas necessárias para o funcionamento da Web: o Protocolo de Transferência de Hipertexto (HTTP), a Linguagem de marcação de hypertextos (HTML), o primeiro navegador (browser), chamado WorldWideWeb, o primeiro servidor HTTP (conhecido depois como CERN httpd), o primeiro servidor web o http://info.cern.ch e as primeiras páginas Web que descreviam o projeto todo.
 
O browser podia acessar grupos de notícias e também arquivos FTP. Porém, ele podia rodar apenas no NeXT; Nicola Pellow então criou um navegador para texto que podia rodar em quase todos os computadores como Unix, Microsoft DOS. Para encorajar a sua utilização no CERN, eles colocaram a lista de telefones do CERN na Web e os usuários tinham que fazer o login no mainframe apenas para ver números telefónicos.
 
Paul Kunz do Centro de Aceleração Linear de Stanford (SLAC) visitou o CERN em maio de 1991 e ficou apaixonado pela Web. Levou consigo o NeXT para o SLAC, onde a bibliotecária Louise Addis adaptou-o para o Sistema operativo VM/CMS no Mainframe IBM como um modo de mostrar o catálogo de documentos do SLAC em linha (online); foi o primeiro servidor web fora da Europa e o primeiro na América do Norte 6 .
 
No dia 6 de agosto de 1991, Berners-Lee publicou um pequeno resumo do projeto da World Wide Web no alt.hypertext newsgroup. Essa data marca o nascimento da Web como um serviço público da Internet.

O projecto WorldWideWeb (WWW) tem por objetivo permitir que todas as ligações possam ser feitas com qualquer informação, não importando onde elas se encontrem. [...] O projecto WWW foi lançado para permitir que os físicos de altas energias possam trocar informações, notícias e documentos. Estamos muito interessados em alargar a web a outras áreas e ter servidores de portas de ligação (Gateway) para outros dados. Os colaboradores são bem-vindos! - da primeira mensagem de Tim Berners-Lee.
 
Curiosamente, uma das primeiras contribuições do CERN na Web foi a do grupo burlesco musical feminino Les Horribles CERNettes (as Horríveis raparigas do CERN), cujas imagens de promoção passam por ser das primeiras imagens da Web

A World Wide Web (que em português se traduz literalmente por teia mundial), também conhecida como Web e WWW, é um sistema de documentos em hipermídia (hipermédia) que são interligados e executados na Internet.
 
Os documentos podem estar na forma de vídeos, sons, hipertextos e figuras. Para visualizar a informação, pode-se usar um programa de computador chamado navegador para descarregar informações (chamadas "documentos" ou "páginas") de servidores web (ou "sítios") e mostrá-los na tela do usuário (no ecrã do utilizador, em português de Portugal). O usuário (utilizador) pode então seguir as hiperligações na página para outros documentos ou mesmo enviar informações de volta para o servidor para interagir com ele. O ato de seguir hiperligações é, comumente (comummente), chamado "navegar" ou "surfar" na Web.
 
Web é todo o conteúdo que o usuário final pode acessar na rede. Sendo que, a web já passou por transformações evolutivas - evolução do código e dentre elas existem a: WEB 1.0, WEB 2.0 E WEB 3.0.
 
Web 1.0
A web 1.0 é considerada como estática, sendo que seus conteúdos não podem ser alterados pelos usuários (utilizadores) finais. Todo o conteúdo da página é somente leitura, por isso o termo estático. Na web 1.0 não existia a interatividade do usuário com a página, onde somente o webmaster ou o programador pode realizar alterações ou atualizações da página.
 
Web 2.0
A web 2.0 é o que usamos atualmente, destaca-se por ser dinâmica, ao contrário da web 1.0 que é estática. Referindo-se à web 2.0, dinâmico indica a interatividade e participação do usuário final com a estrutura e conteúdo da página. Nela, o usuário final pode postar comentários, enviar imagens, compartilhar arquivos e fazer milhares de outras coisas que a web 1.0 não permitia. Outra grande mudança entre a web 1.0 e a web 2.0 foi que o usuário diminuiu a taxa de download e aumentou a de upload, o que indica que o usuário está interagindo mais com a web e trocando mais informações por compartilhamento.
A Web 2 é chamada de Web participativa ou colaborativa 14 .
 
Web 3.0
A web 3.0 é uma evolução da 2.0, pois tem o intuito de mudar as formas de pesquisas para facilitar a vida do usuário da web 2.0, a fim de que possa suprir as necessidades de hoje que são consideradas extravasamento de dados, ou seja, o usuário está postando muitos dados aleatoriamente e isso dificulta a localização. A web 3.0 também vem incrementar a interatividade entre homem e máquina, melhorando as linguagens de programação para que o homem e a máquina falem a mesma língua. Como exemplo, podemos utilizar o Google que inovou seu site com uma nova forma de pesquisa interativa: o usuário pode encontrar informações sobre o arquivo que ele adicionou na barra de pesquisa do site do Google. Essa é uma das formas que podemos apresentar a web 3.0 que ainda é só um conceito que está chegando a sua fase final e entrando em aplicação.
 
A Web 3 é chamada de Web semântica ou marketing
Pode-se pensar que webwriting é apenas uma técnica para escrever conteúdos digitais, mas o conceito é bem mais amplo, diretamente relacionado ao mundo WWW. As técnicas que facilitam a interpretação de um conteúdo em ambientes digitais engloba o conceito de webwriting.
 
A reprodução de uma foto, um texto mais sintetizado e mais objetivo, as cores a serem usadas nas páginas web, o posicionamento dos links e os formatos de navegação são algumas das preocupações trabalhadas dentro do webwriting.
 
Faturamento do e-commerce brasileiro deve atingir US$ 25 bilhões em 2017
 
Que o comércio eletrônico é um dos setores que mais vem se beneficiando do crescimento econômico no Brasil, isso já não é novidade para ninguém. O que talvez nem todos saibam é que esse cenário tende a continuar ainda mais positivo nos próximos anos.  Divulgada recentemente pela Forrester Research, uma pesquisa mostra que o e-commerce brasileiro deve movimentar o equivalente a US$ 25 bilhões até 2017 , mais que o dobro da projeção para 2012. Clique aqui para ler mais!
 
Oferecemos a hospedagem do seu site (dominio), mais uma loja virtual com um Site pronto para lojistas, microempreendedores individuais, lojas de automóveis, imobiliárias, pet shop, restaurantes, pousadas e outras atividades pelo menor preço do mercado! É só adicionar conteúdo (fotos e texto de seus serviços/produtos para vender pela internet. E até um telefone fixo no celular que permite receber ligações interurbana como local para melhor atender seus clientes!
 
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