terça-feira, 17 de março de 2020

Promoção; Site Sem custo de domínio, de Hospedagem e de Criação

É isso mesmo! Site sem custo de criação, sem custo de domínio e de hospedagem!

A sitetis.web e @paulozambroza está oferecendo essa oportunidade para que todo profissional liberal, empreendedor, lojista e MEI - Micro empreendedor individual tenha o seu site sem custo algum!







quinta-feira, 5 de março de 2020

Linkunico é a mais recente novidade da interneet brasileira

É comum quem costuma passar horas na Internet acabar tendo que copiar muitos links, e na hora de compartilha-los nem sempre é tão simples. Por isso, vale a pena conhecer #linkunico, uma ferramenta para compartilhar vários links em um só.

Um dos pontos fortes de #linkunico, é seu simples funcionamento, já que só basta adicionar os diferentes links que se deseja incluir na página, tal como na imagem acima.
Outra vantagem dessa ferramenta é não precisar de registro para executar todo o processo. É só, ao completar a lista de links, clicar no botão “Create My Unique Link”. Certamente, quem abrir o link compartilhado, terá acesso aos diferentes links listados. E mais, quem se registrar em Quickwake poderá adicionar Títulos e descrições, enviar imagens, anotações, trocar a ordem dos links a qualquer momento. E não é só isso, já que a lista gerada será totalmente privada.
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No Brasil, foi divulgado pelo webdesigner e empreendedor digital #paulozambroza para que o nome ou apelido de um(a) internauta seja facilmente achado pelas buscas do google!

É ideal para internautas que são profissionais liberais, MEI - Micro empreendedores Individuais, Proprietários de Lojas Virtuais, Blogueiros(as), Digital Influencer, Lojistas, Empresários e todos que querem aparecer nas buscas do google, além de facilitar aos seus atuais e novos contatos que usa ou não usa alguns aplicativos, vamos dar um exemplo:

A Maria quer falar com a proprietária da Loja Virtual Fé-Menina (Andréia) mas o whatsapp dela não responde, através do #linkunico ela terá acesso ao Skype da Andréia, acesso ao e-mail, Houngout e messenger do facebook e todos os demais links da Andréia!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Acompanhe o departamento de atendimento de sua empresa pelo whatsapp

10 dicas para fazer um excelente atendimento ao cliente via WhatsApp

1. Use o WhatsApp empresas

WhatsApp Business ou WhatsApp empresas é a versão corporativa do WhatsApp.
Se você quer fazer atendimento ao cliente via WhatsApp, use o aplicativo desenvolvido pela empresa com esse fim.
Ele conta com uma série de funcionalidades que vão permitir uma experiência muito mais ricas para seus clientes.
Para começar você poderá incluir uma série de informações como o endereço de seu site, descrição da empresa e localização.
Além disso, o app conta com tags para categorizar clientes, algumas métricas e até como configurar respostas automáticas, como em um chatbot.

2. Tenha um número exclusivo para o atendimento ao cliente via WhatsApp
Na verdade, se o celular que você usa já tem uma conta de WhatsApp, você terá que optar entre o WhatsApp Business ou o WhatsApp convencional para esse número.
Por isso, o ideal e ter um chip com um número exclusivo para o WhatsApp Business.

3. Use o WhatsApp Web para facilitar o atendimento de chamados

Se você pretende usar o WhatsApp para atender chamados e dúvidas de clientes, o ideal é baixar o WhatsApp para desktop em um computador e fazer os atendimentos por lá.
Dessa forma, fica muito fácil para o atendente prestar um bom serviço aos seus clientes. Assim, ele pode consultar outros sistemas e ferramentas, manuais online, procedimentos técnicos, tabelas de preços, se comunicar com outros colaboradores de sua empresa, verificar pedidos etc., com mais agilidade do que em uma pequena tela de celular.
Para isso, é preciso estar com o celular sempre próximo ao computador, com o WhatsApp ativado. Na primeira vez que fizer uso do WhatsApp Web, você terá que fotografar um QR code como este com seu aparelho.

atendimento ao cliente via whatsapp

4. Deixe claro o horário de atendimento

Você vai poder ter sempre alguém ao lado do celular ou do computador para atender todos os chamados?
É bem provável que não. Então, assinale no local indicado para isso o horário de atendimento e evite frustrar as expectativas de seus clientes.

5. Treine a equipe de atendimento

Você terá que contar com alguns colaboradores que se revezarão no atendimento via WhatsApp. Treine esse grupo!
Mostre detalhadamente como usar o app, seja no celular ou no desktop, apresente todas as suas funcionalidades e a melhor maneira de operá-lo.
Não se esqueça também do treinamento convencional que qualquer vendedor ou atendente deve ter para prestar um bom serviço aos clientes. Isto é: conhecer as políticas da empresa, características dos produtos e serviços, preços etc.

6. Seja ágil

O atendimento deve sempre ser ágil. Mas quando se trata de um atendimento via esse tipo de mídia online, o usuário normalmente acredita que ele será mais rápido ainda.
Por isso, ao implantar o atendimento ao cliente via WhatsApp é fundamental responder rapidamente aos contatos dos clientes.

7. Mantenha um banco de dados sobre os clientes

Disponibilizar um software de CRM para quem estiver fazendo o atendimento via WhatsApp será de grande ajuda para esse profissional.
Assim, ele poderá usar o telefone do cliente ou outra informação que ele fornecer para localizá-lo no sistema CRM e se informar sobre as últimas interações com a empresa e também seu perfil.
Assim o atendente poderá mostrar ao cliente que o conhece, sabe de suas necessidades e do histórico de atendimento. O serviço prestado será personalizado. E, além disso, ele poderá seguir do ponto em que o último contato com o cliente se realizou, sem ter que questioná-lo demasiadamente nem fazer com que repita informações.

8. Configure respostas automáticas

Outra facilidade do WhatsApp para empresas é a configuração de respostas automáticas.
Assim, quando não houver um atendente disponível o cliente poderá receber uma saudação, uma mensagem de ausência ou até mesmo algumas informações.
Para isso, é preciso programar respostas em função das perguntas dos clientes, usando até 3 palavras-chave.

9. Analise as métricas do WhatsApp Business e use tags de categorização de clientes

O WhatsApp Business fornece algumas estatísticas de acesso e outras métricas que podem te ajudar a acompanhar o processo de atendimento. Dessa forma, você pode saber o que está funcionando, se suas mensagens estão sendo entregues, lidas e recebidas.
Outro ponto que vale destacar é a categorização de clientes com tags coloridas. Isso facilita muito os trabalho dos atendentes que logo visualizarão se são novos clientes, um novo pedido, pagamento pendente e outras categorias que você pode criar.

10. Não esqueça de divulgar esse canal de atendimento ao cliente

Por fim, se você não divulgar esse novo canal de atendimento, seus clientes não vão usá-lo. Você pode usar uma  mala direta divulgando seu número e também colocá-lo em posts nas mídias sociais de sua empresa.
O importante é que seus clientes saibam que ele existe para que possam incluir seu número entre seus contatos.

Mas para isso, em seu site, na página  (fale conosco ou contatos) é necessário publicar um botão (fale conosco pelo whatsapp ou skype para que seus clientes e futuros clientes possam ter acesso a informações de seu setor de atendimento!




https://ssvoliveira.wixsite.com/sitetisk6/contact

Criação de QR Code Personalizado

Nome de perfil do facebook - leia o seu pode ser deletado!

 



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Criação de QR Code Personalizado

Código QR (sigla do inglês Quick Response, resposta rápida em português) é um código de barras bidimensional que pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera. Esse código é convertido em texto (interativo), um endereço URI, um número de telefone, uma localização georreferenciada, um e-mail, um contato ou um SMS.
Inicialmente empregado para catalogar peças na produção de veículos, hoje o QR Code é usado no gerenciamento de inventário e controle de estoque em indústrias e comércio. Desde 2003, foram desenvolvidas aplicações que ajudam usuários a inserir dados em telefone celular (telefone móvel) usando a câmera do aparelho. Os códigos QR são comuns também em revistas e propagandas, para registrar endereços e URLs, bem como informações pessoais detalhadas. Em cartões de visita, por exemplo, o código QR facilita muito a inserção desses dados em agendas de telefones celulares. Programas de captura ou PCs com interface RS-232C podem usar um escâner para capturar as imagens.
O padrão japonês para o código QR, JIS X 0510, foi lançado em janeiro de 1999 e corresponde ao padrão internacional ISO/IEC 18004, tendo sido aprovado em junho de 2000. Segundo o site da Denso-Wave, o "código QR é aberto para uso e sua patente, pela Denso-Wave, não é praticada".

Desde que foi inventado o QR Code tem sido utilizado para as mais variadas funções no entanto, nos últimos anos, a sua utilização tem estado muito associada a acções de marketing e comunicação, fazendo uma ponte de ligação entre a comunicação online e a comunicação offline.

Em Portugal foi desenvolvido,por Fernando de Matos Katro, em 2012, um projecto inovador que resultou de um trabalho de uma agência de comunicação, a MSTF Partners, para o Turismo de Portugal e para a Associação de Valorização do Chiado que consistia na utilização de QR Code em calçada portuguesa com o objectivo de divulgar Lisboa enquanto destino turístico. A ideia foi fazer um QR Code, uma das tecnologias com maior potencial do século XXI, com pedras de calçada portuguesa, uma das mais antigas tradições portuguesas.

"Acabou de ler o primeiro código QR do mundo feito em calçada portuguesa", disponível em português e em inglês, é a mensagem inicial que aparece ao entrar nesta experiência. Num segundo nível de informação foram acrescentadas informações turísticas e comerciais sobre a oferta cultural, gastronómica, hoteleira e de comércio no Chiado.

O sucesso do QR Code em calçada portuguesa foi de tal modo grande que atravessou o Atlântico e foi implementado, em 2013, no calçadão das praias do Rio de Janeiro, o que permite aos turistas ampliar o conhecimento sobre a cidade maravilhosa através de um novo recurso tecnológico. Ao aproximar o smartphone, o utilizador poderá receber informações como a origem do nome da região ou a agenda de actividades turísticas, como os locais ideias para ver o pôr-do-sol no local ou visitar um museu próximo, ou ainda informações culturais, gastronómicas e comerciais.

No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela loja Fast Shop, em dezembro de 2007. Mais tarde, em junho de 2008, a cerveja Nova Schin publicou um anúncio com o código e a Claro fez uma campanha utilizando o código QR em novembro de 2008. A revista Galileu, da editora Globo, também incluiu códigos QR para oferecer ao usuário acesso a informações extras pelo celular. Em novembro de 2008, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, a Volkswagen utilizou o código para uma pequena ação em seu stand.

Ainda no Brasil, precisamente em São Paulo, diante de pesquisas realizadas para atender o Curso de Moda Inclusiva, promovido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, idealizadora do projeto e coordenadora Daniela Auler, a aluna Keka Bego, encontrou uma nova forma de uso para o QR Code, transformou a imagem em etiqueta de roupa e denominou-a " etiqueta falada" , o código foi impresso em todo o seu Projeto Moda Inclusiva, desde a pesquisa de moda escrita, como na descrição dos produtos através das etiquetas nas peças que compôs o look do desfile em 2015, toda descrição em áudio, o objetivo da sua pesquisa, Moda Praia Inovação foi atender pessoas com deficiência visual e oferecer liberdade de escolha e autonomia de compra e uso do produto.

Explorando ainda mais o QR Code na forma da acessibilidade, surgiu a "revista digital falada",idealizada pela aluna e realizada em conjunto com alunos e professores do curso daquela turma, uma ideia pioneira na comunicação inclusiva, derrubando as barreiras da acessibilidade de forma simples, prática e funcional, trabalhando a inclusão em toda sua extensão e quebrando paradigmas da irrelevância que permeia o assunto, extinguindo velhos pressupostos, substituindo por novos formatos. Essa revista serviu de case, foi implantado pela aluma de forma colaborativa seu uso no Livro Moda Inclusiva de 2016, estendendo-se nos anos posteriores o uso da comunicação acessível.

Criamos o QR code de sua oferta, de seu perfil (facebook, instagram, twitter), blog, loja virtual e site. Fale comigo:
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Nome de perfil do facebook - leia o seu pode ser deletado!

Você decidiu colocar a sua empresa no Facebook. A primeira coisa que faz é criar um perfil como o seu pessoal (não use apelidos e nome comercial com o nome da empresa/negocio/atividade). Na hora de criar o perfil da empresa o Facebook não aceita o nome da sua empresa. E quando você tenta ficar amigo de muita gente ao mesmo tempo o Facebook bloqueia a tua conta.

O Facebook não quer que você crie um perfil para a sua empresa

Por que isso? Será que o Facebook não quer que você crie um perfil para a sua empresa? A resposta é: não ele não quer. Nos termos de serviço do Facebook está escrito:
Manter uma conta pessoal para qualquer coisa que não seja uma pessoa é uma violação da Declaração de direitos e responsabilidades do Facebook. Caso não converta sua conta fora das especificações em uma página, você estará arriscado a perder permanentemente o acesso à sua conta e a todos o seu conteúdo. fonte: https://www.facebook.com/help/112146705538576/?ref=u2u&hc_location=ufi

 

Como divulgar a sua empresa então no Facebook?

Para as empresas criou as páginas. As páginas são destinadas a empresas, organizações, bandas e personalidades. A primeira diferença que você vai notar é que no perfil você tem amigos e na página tem fãs. Para uma pessoa ser fã da sua página basta ela clicar no botão curtir da sua página. É diferente do perfil que você tem que aceitar ser amigo da pessoa. Isso implica que em uma página você não consegue solicitar a amizade das pessoas ou solicitar que elas fiquem fãs da sua página.
Para compensar isso o Facebook te dá a opção de você enviar uma lista de emails dos seus clientes e ele convida as pessoas que já estão no Facebook a curtir a sua página. Se a pessoa ainda não está no Facebook, ele manda um email convidando a entrar no Facebook e curtir a página. Tem também a opção de convidar os seus amigos pessoais. O Facebook manda então uma mensagem falando que você sugeriu para pessoa curtir a página.

Mas eu já tenho um perfil da minha empresa com milhares de amigos, eles vão me bloquear?

Não é certeza mas você corre o risco. Para estes casos o Facebook criou uma ferramenta para migrar um perfil para página que você pode acessar aqui: Como faço para converter minha conta pessoal para uma página do Facebook? Quando você faz a migração seus amigos viram fãs e você perde todas as publicações do seu mural.
Se você tiver mais de 200 amigos o nome que estiver no seu perfil será o nome que ficará na sua página, pois acima de 200 fãs você não pode mudar o nome da página. Por isso se tiver que mudar o nome tente mudar antes da migração.
Nas últimas migrações que fiz para clientes funcionou tudo bem, mas em 2011 tive problema com duas migrações que deram errado e perdi acesso a conta. O Facebook pedia para mandar um comprovante de identidade com o nome que estava no perfil. Como o perfil estava no nome da empresa não tinha como mandar uma certeira de identidade da empresa.

Quais as vantagens de ter uma página em relação a ter um perfil?

No perfil você trabalha somente com as postagens no mural e não tem ideia de quantas pessoas estão vendo a suas publicações. Não sei se você já reparou mas nem tudo o que seus amigos publicam aparece no seu timeline. Geralmente aparece somente as publicações das pessoas que você interage mais. Num próximo artigo vou explicar em mais detalhes como funciona este filtro do Facebook.
Na página você tem estatísticas detalhadas sobre quantas pessoas foram atingidas por cada publicação e qual o perfil demográfico do seus fãs. Com isso você consegue ver quais publicações suas estão fazendo mais sucesso e ir calibrando os seus conteúdos ao que seu cliente quer ler.
Você pode destacar publicações para que elas fique fixas na parte superior da sua linha do tempo. Também tem a possibilidade de tornar maiores algumas publicações para que elas ganhem destaque na sua linha do tempo.
Se a sua página entra na categoria de Local, você pode permitir que as pessoas façam checkin na sua empresa. Ou seja quando elas vão no seu estabelecimento elas informam aos amigos que elas estão lá através do Facebook.
Mas o que considero a maior vantagem é a possibilidades de instalar aplicativos nas páginas. Com os aplicativos você consegue aumentar as funcionalidades da sua página criando uma espécie de sub-páginas com funções específicas.
Outra vantagem é que sua página pode ser atrelada a uma loja virtual ou mesmo ser inserida em seu site, para que pessoas que não tem acesso ao facebook possa visualizá-la!
Sua empresa ou atividade precisa de um site?
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Já tem um site e precisa atualizar seu site?

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Blog é melhor do que site para candidatos na política brasileira!


A data homenageia o cargo político do representante de uma cidade que está encarregado de funções legislativas dentro da chamada  Câmara dos Vereadores.
Origem. do Dia do Vereador  foi instituído através da Lei Federal nº 7.212, de 11 de julho de 1984, o Decreto de Lei definiu o dia 1º de outubro como Dia do Vereador, porque foi nesta data que o ex-imperador do Brasil D. Pedro I oficializou as normas que definem o cargo de vereador no país.
As primeiras leis que serviram para reger os cargos de vereadores no Brasil foram instituídas na Constituição de 1824, por D. Pedro I, sendo oficializada pela Lei de 1º de outubro de 1828.
Até meados da década de 1960, o cargo de vereador no Brasil não era remunerado.
A Constituição de 1988 estabeleceu uma eleição direta e simultânea em todo o país para eleger novos vereadores, em cada cidade ou município brasileiro, a cada 4 anos.
É um dever do eleitor maior de 18 anos eleger os vereadores que forem candidatos em suas respectivas regiões eleitorais.
A promulgação da Constituição de 1988 trouxe uma maior descentralização administrativa, concedendo grande autonomia para os municípios e, também, aos vereadores. A Carta Magna, nos seus artigos 29 a 31 prescrevem, para os vereadores, entre outros:
  • Mandato de quatro (4) anos, por voto direto e simultâneo em todo o país (atendida a idade mínima de 18 anos);
  • Elaboração da Lei Orgânica do Município;
  • Número de integrantes nas câmaras proporcional à população do município (variando de 9 a 55);
  • Fiscalização e julgamento das contas do Executivo;
  • Inviolabilidade por suas opiniões, palavras e votos - no exercício do mandato e na circunscrição do município;
  • Legislar sobre assuntos de interesse local.

A Constituição Federal de 1988 outorga competência a própria Câmara Municipal para fixar o subsídio de seus vereadores. O mandato não pode ser gratuito e a fixação de remuneração deve obedecer os limites da Constituição. O subsídio não pode ser vinculado a receita de impostos e a despesa com vereadores não pode ultrapassar 5% da receita do município.

Diferença de pré-candidato e candidato!?
Pré-candidato e candidato são termos diferentes. O primeiro é usado quando uma pessoa deseja disputar um cargo político, mas que ainda não tenha sido escolhido dentro do próprio partido, ao qual está filiada, para disputar as eleições. O candidato, por sua vez, é o estágio em que a pessoa já está inserida na corrida eleitoral.
A pré-campanha, portanto, é o período em que um pré-candidato apresenta sua pretensa candidatura tanto ao seu partido, nas eleições intrapartidárias, quanto à população, sempre obedecendo às leis eleitorais.
Antes de partirmos para a regras, é importante salientar que não há uma data legalmente prevista para o início de uma pré-campanha. Só é definido pela Lei da minirreforma que as convenções partidárias deverão ocorrer entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, sendo lavrada a ata das reuniões e das decisões tomadas nesses dias em livro aberto rubricado pela Justiça Eleitoral e publicada em até 24 horas em qualquer meio de comunicação para conhecimento de toda a sociedade.

O QUE PODE SER FEITO NUMA PRÉ-CANDIDATURA? VEJA 5 PERMISSÕES:

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1. Menção à sua pretendida candidatura

É permitido a pré-candidatos declararem publicamente sua suposta candidatura a determinado cargo. Segundo o artigo 36-A da Lei de nº 13.165 de 2015:
Não configura propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolva pedido explícito de voto, a menção à pretensa candidatura…”.
Essa prática não era permitida até o fim da Reforma Política de 2015. De acordo com a Lei 9.504 de 1997, antes das alterações feitas pela reforma, o pré-candidato não podia falar sobre uma futura candidatura. Só era concedido a ele participar de reuniões, palestras e entrevistas em rádio e televisão para expor suas plataformas e projetos políticos.

2. Participação no rádio, na televisão e na internet

A Reforma Política também possibilitou aos pré-candidatos serem convidados por estações de rádio, emissoras de televisão para participarem de encontros, de debates e de entrevistas. Segundo a Lei das Eleições (9.504/97), o pré-candidato também pode, nesses meios de comunicação, expor sua plataforma política esclarecendo pontos sobre a saúde, educação, lazer e políticas sobre segurança da mulher.
Segundo a Lei da minirreforma de 2015, é permitida:
I – a participação de filiados a partidos políticos ou de pré-candidatos em entrevistas, programas, encontros ou debates no rádio, na televisão e na internet, inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos, observado pelas emissoras de rádio e de televisão o dever de conferir tratamento isonômico.” 
A internet é um dos novos meios de comunicação incluídos na Lei após a Reforma Política de 2015. Por meio dela, o pré-candidato pode também opinar sobre assuntos que fomentem o diálogo político necessário para expor suas ideias durante a pré-campanha.

3. Uso de redes sociais

Desde as eleições de 2016, o pré-candidato tem o direito legal de usar a internet para expor seus projetos, participar de encontros, discutir sobre questões políticas e, sobretudo, deixar claro seu posicionamento pessoal em redes sociais sobre determinados assuntos. Segundo o Artigo 36-A da Lei das Eleições é permitida:
V – a divulgação de posicionamento pessoal sobre questões políticas, inclusive nas redes sociais.”
É permitido ainda na pré-candidatura o pedido de apoio político, divulgação da campanha e de ações já desenvolvidas ou que se pretende desenvolver. Exaltar qualidades pessoais também é uma das práticas permitidas na internet. É importante não confundir apoio político com pedido explícito de voto. O segundo é proibido.

4. Exaltação de qualidades pessoais

Falar sobre responsabilidade, honestidade e capacidade de mudar determinados problemas de governo é uma prática ainda comum em tempo de campanha eleitoral. Porém, tratando-se de pré-campanha, essa prática até 2015 era proibida. Com as mudanças causas pela Reforma, a prática foi legalizada. Desse modo, o pré-candidato tem o direito de falar sobre suas qualidades, sobre sua virtude e seu caráter no rádio, na televisão, internet e em qualquer outro meio de comunicação social, sem ofender outros candidatos ou se colocar como a melhor opção do momento.  
Art. 36-A.  Não configuram propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolvam pedido explícito de voto, a exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos…” (Redação dada pela Lei nº 13.165, de 2015)”.
Como citado no terceiro tópico que explica sobre o uso da internet, além de o pré-candidato ter a autorização para exaltar suas qualidades pessoais, ele também tem permissão para discutir sobre assuntos políticos e, dessa forma, expor argumentos e seu posicionamento pessoal sobre determinados temas.

5. Posicionamento pessoal sobre assuntos políticos, inclusive na internet

De acordo com a minirreforma fixada pela Lei 13.165 de 2015, é direito legal do pré-candidato se posicionar acerca de assuntos políticos. As ideias podem ser divulgadas publicamente nos encontros em que o pré-candidato estiver presente e para os quais foi convidado a participar.
O inciso V do artigo 36-A da Lei citada acima permite:
V – a divulgação de posicionamento pessoal sobre questões políticas, inclusive nas redes sociais;”
A única observação feita pela Lei sobre esse direito é a proibição de que as prévias partidárias em geral sejam transmitidas ao vivo por rádios e emissoras de televisão.
O QUE NÃO É PERMITIDO NUMA PRÉ-CANDIDATURA? VEJA 5 PROIBIÇÕES!
1. Vedada a transmissão ao vivo de prévias partidárias em rádio e televisão
De modo simplificado, as prévias partidárias são consultas realizadas dentro de um partido político para que se pense na suposta candidatura de terminados pré-candidatos. Nelas também se pensa na possível realização de coligações partidárias com outros partidos. As prévias acontecem no período anterior às convenções partidárias antecedendo o dia 20 de julho.
A Lei da minirreforma proíbe que essas prévias sejam transmitidas por canais de rádio e televisão, impossibilitando o abuso de poder econômico por partidos políticos. A cobertura da imprensa não deixou de ser permitida, apenas passou a ser negada a transmissão ao vivo nesses meios midiáticos. No texto da Lei 13.165/15 diz que:
“§ 1º É vedada a transmissão ao vivo por emissoras de rádio e de televisão das prévias partidárias, sem prejuízo da cobertura dos meios de comunicação social.”
Acredita-se que a cobertura jornalística ao vivo das prévias antecedem o período de campanha eleitoral, portanto, a veiculação das convenções ao vivo seriam uma forma de propaganda ao público, passando a ser entendida como campanha eleitoral antecipada, que é proibida.
2. Atos que são proibidos em campanhas eleitorais
A propaganda partidária acontece quando existe um pré-candidato. Esse ainda não é o candidato de determinado partido. Ele está apenas disputando uma futura candidatura.
A propaganda antecipada, por exemplo, é resultado da violação de determinadas normas fixadas na legislação eleitoral. Determinadas práticas são proibidas a um pré-candidato no período que antecedem o dia configurado como o começo das campanhas eleitorais – no caso de 2018, antes do dia 16 de agosto. Ou seja, aquilo que é proibido de se fazer no período de pré-campanha, se for feito, resultará numa ilegalidade, chamada de propaganda antecipada.
Já as campanhas eleitorais acontecem quando já há um candidato escolhido pelo partido. Ele deixa de ser agora somente um pré-candidato dentro do partido e se torna um dos participantes que disputará um cargo nas eleições.
Campanhas e pré-campanhas: o que pode ou não?
Todos os atos proibidos numa campanha eleitoral são proibidos também numa pré-campanha. É importante que o pré-candidato tenha atenção ao realizar atividades que resultem, justamente, numa antecipação das campanhas eleitorais, visto que é uma ilegalidade gravíssima. O Politize já escreveu sobre o que pode ou não ser realizado no período de campanha eleitoral, leia mais aqui.
Um exemplo prático ajuda a entender por que ações proibidas em campanhas eleitorais também se tornam proibidas em pré-campanha:
Numa campanha eleitoral, é proibido xingar e difamar candidatos de outros partidos. Também é proibido o uso de cavaletes e de bonecos infláveis, assim como a fixação de propagandas políticas em árvores e jardins. São proibidos brindes, apresentação remunerada de artistas, outdoors, trio-elétricos, alusão a órgãos públicos e a entidades públicas, abusos de instrumentos sonoros e abuso de poder econômico.
Ou seja, essas práticas já são justamente proibidas na campanha eleitoral porque acabam manipulando a intenção de voto do eleitor e dando um tratamento desigual aos candidatos. Imagine isso numa pré-campanha, cujo o intuito não pode ser o de pedir apoio ao eleitor. Seu único intuito deve o de divulgar ideias, propostas de governo e, sobretudo, apresentar partidos políticos e seus pré-candidatos. Uma das práticas mais citadas pela legislação eleitoral, considerada propaganda antecipada, é o pedido de voto ao eleitor. Pedir voto em pré-campanha é crime e não é aceito em quaisquer que sejam as condições.
3. Pedir ou comprar votos
Pedir voto em pré-campanha é crime. Seja ao andar pela rua ou até mesmo em um programa de rádio ou televisão, o pré-candidato nunca poderá pedir voto de maneira explícita, nem usar de propaganda privada para realizar essa ação. Diversas vezes, ao longo de seu texto legal, a Lei 9.504/97 deixa claro como o ato de pedir voto ao eleitor é proibido a um pré-candidato.
“Art. 36-A.  Não configuram propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolvam pedido explícito de voto, a menção à pretensa candidatura, a exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos e os seguintes atos, que poderão ter cobertura dos meios de comunicação social, inclusive via internet”.
Permite:
“IV – a divulgação de atos de parlamentares e debates legislativos, desde que não se faça pedido de votos;”
Ainda no seu terceiro parágrafo do artigo 36, a Lei diz:
“§ 3º A violação do disposto neste artigo sujeitará o responsável pela divulgação da propaganda e, quando comprovado o seu prévio conhecimento, o beneficiário à multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais), ou ao equivalente ao custo da propaganda, se este for maior.”
A população em geral, assim como os partidos políticos, deve estar atenta para denunciar casos de quaisquer desconformidades com a Lei da Eleições que assumam posição de propaganda antecipada. O Site do TSE explica a maneira correta de ser fazer a denúncia:
“Denúncias relacionadas à propaganda realizada em desconformidade com o disposto em lei poderão ser apresentadas no Tribunal Superior Eleitoral, no caso de candidatos a presidente e vice-presidente da República, nas sedes dos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), no caso de candidatos a governador, vice-governador, deputado federal, senador, deputado estadual ou distrital, e, no juízo eleitoral, na hipótese de candidato a prefeito, vice-prefeito e vereador.

Vale lembrar que a Justiça Eleitoral não “age de ofício”, ou seja, não tem iniciativa para abrir investigação como o Ministério Público ou a Polícia Federal, necessitando, portanto, ser acionada para julgar práticas suspeitas de irregularidades.”
4. Propaganda paga no rádio e na televisão
A Lei das Eleições proíbe que se faça propaganda paga nas emissoras de rádio e de televisão. O candidato pode ser convidado gratuitamente e sem nenhuma relação de finanças a participar de programas em uma emissora, mas de forma alguma pode pagar para que sua imagem seja divulgada e suas ideias difundidas.
“§ 2º Não será permitido qualquer tipo de propaganda política paga no rádio e na televisão.”
Ainda que nesse parágrafo não mencione plataformas digitais, como as redes sociais, já é proibido o uso da internet para difamar outros políticos. Dessa forma, a internet não pode ser um meio pago para divulgação de pré-campanha, nem mesmo para que outras pessoas pagas pelos pré-candidatos agridam verbalmente outros partidos.  
5. Convocação de sistemas de radiodifusão para difamar partidos
A Lei também proíbe que o Presidente da República,da Câmara dos Deputados, do Senado Federal ou do Supremo Tribunal Federal  convoquem redes de radiodifusão para lançar matérias ou notas que agridam e inferiorizam pré-candidatos de outros partidos. Segundo a Lei 9.504/97,
“Art. 36-B.  Será considerada propaganda eleitoral antecipada a convocação, por parte do Presidente da República, dos Presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal, de redes de radiodifusão para divulgação de atos que denotem propaganda política ou ataques a partidos políticos e seus filiados ou instituições.”
Portanto, os cidadãos, assim como os partidos políticos e seus pré-candidatos, devem ter conhecimento das regras dispostas pela Lei das Eleições. Conhecer a Legislação Eleitoral de seu país é mais do que uma prática cidadã enquanto eleitor. É sobretudo um dos caminhos possíveis para a fiscalização do nosso sistema político e, dessa forma, outra maneira para fazer com que a democracia ganhe melhorias e sirva na prática a todos os brasileiros.
Na era da tecnologia e internet, um político deve investir e dar grande atenção ao seu site. Hoje a web é o principal meio de aquisição de informação e relacionamento. Portanto, sua vida pública na rede deve ser um ponto fundamental no seu pilar estratégico político.

O marketing político eleitoral transformou-se em um instrumento indispensável para o bom desempenho dos candidatos a cargos eletivos. Nota-se que, ao se candidatarem, a grande maioria dos candidatos caem nas mesmice. Em regra, uns copiam os outros. Falta criatividade e coragem para fazer diferente. Para mostrar que é preciso ser diferente (e isto implica querer) é que estamos propondo algo (diferente) a quem deseja consagrar-se na CAMINHADA POLÍTICA.
Temos a solução perfeita para um blog, sem custo de domínio e de hospedagem para Deputados, Vereadores, Prefeitos, Candidatos ou Partidos Políticos, com o melhor custo benefício! Responsivos (que se enquadram em celular, tablets, lap tops e computadores) e você mesmo pode postar e incluir o conteúdo qued esejar de maneira fácil e segura.
Desenvolvemos a solução completa, desde a criação do blog, até a criação dos textos sobre as propostas, histórico de interação do político em sua cidade e região.
Saiba os benefícios em ter um blog ou site responsivo para seus eleitores te conhecerem!
Você pode criar um site ou ter um blog onde poderá postar notícias, idéias de projetos, quais foram as suas colaborações para a população até o momento, etc. Ao criarmos um blog político, você vai atingir um número maior de pessoas, e vai conseguir divulgar melhor as suas realizações e projetos profissionais. Ter um site de conteúdo político, vai possibilitar que você tenha uma comunicação mais direta e apropriada com os eleitores.  
E essa vitrine virtual servirá para expor artigos, notícias, fotos partidárias, vídeos partidários. etc. A criação de um blog para políticos, vai fazer com que o político esteja sempre visível para os eleitores, não só durante as campanhas políticas, mas também durante todo o ano.
A internet passará a te oferecer inúmeras chances, pois você terá uma espécie de vitrine virtual. E você poderá compartilhar seus artigos em todas as redes sociais (facebook, instagram, twiter, whatsapp e outros. Veja abaixo na caixinha os ícones das redes sociais e experimente compartilhar!
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